Grey’s Anatomy: 16ª temporada apresentará salto no futuro

Atenção! Este texto contém spoilers da última season finale de Grey’s Anatomy. Só prossiga se já tiver assistido à 15ª temporada.
A 16ª temporada de Grey’s Anatomy estreia no próximo mês e a showrunner Krista Vernoff revelou mais uma prévia do que podemos esperar no retorno da série. Em entrevista ao site TV Line, Vernoff revelou que o primeiro episódio da nova temporada terá um salto temporal.
Mas os fãs não precisam se preocupar, antes disso, no dia 26 de setembro, Grey’s Anatomy irá retomar os acontecimentos que ficaram em aberto no final da 15ª temporada. De acordo com a produtora, todos os cliffhangers – ou seja, Meredith, Richard e Alex sendo demitidos por Bailey, DeLuca na prisão e Jackson desaparecendo na névoa espessa – serão abordados “imediatamente”.

Avançando no tempo​

Alex e Richard foram demitidos do hospital. (Fonte: TV Line)
Logo após esses assuntos serem abordados, o relógio vai começar a avançar mais rápido e teremos uma visível passagem de tempo ao longo do episódio 16×01. O quão rápido, porém, não foi relevado por Vernoff, que preferiu manter a curiosidade dos fãs.
Serão dias, semanas ou até mesmo anos que irão passar no primeiro episódio da 16ª temporada de Grey’s Anatomy? Não sabemos, mas a showrunner promete que veremos as consequências de vários conflitos, principalmente os que envolvem Meredith e DeLuca.
“Eles precisam lidar com as complexidades de um novo relacionamento depois que Meredith foi demitida e violou a lei”, prevê. “Há vários motivos de estresse em seu relacionamento novo, vindo das ramificações dessas decisões na última temporada”.
Este texto foi escrito por Mariana Macedo via nexperts.

Royalties: atores de Fuller House e Homem-Aranha estão em nova comédia

Três novas adições foram anunciadas para o elenco da série de comédia musical Royalties. John Stamos, Tony Revolori e Giorgia King unirão-se a Darren Criss e Kether Donohue na produção do Quibi, mais uma nova plataforma de streaming americana.
Stamos é famoso mundialmente por seu papel nas séries Full House e Fuller House como o carismático Tio Jesse. Revolori é conhecido pelo filme Grande Budapeste Hotel e pela franquia Homem-Aranha, onde interpreta Flash Thompson. Já King é conhecida pelas séries The New Normal e Vice Principals.
​(Fonte: Isaac Sterling/Status/GQ/Getty Images)
Royalties está sendo escrita e produzida em uma parceria de Criss com seus amigos Nick e Matt Lang, com quem ele já colaborou em seu grupo teatral Team Starkid. A série acompanhará dois compositores, Sara (Donohue) e Pierce (Criss) em suas desventuras para criar músicas incríveis toda a semana.
Cada episódio trará celebridades interpretando estrelas da música fictícias e contará com canções originais escritas por Criss. Os papéis de Stamos, King e Revolori ainda não foram revelados.
A Quibi ainda não foi lançada, mas a ideia por trás da nova plataforma de streaming é oferecer entretenimento em doses curtas, com episódios que têm entre 7 e 10 minutos de duração. Diversos nomes de peso em Hollywood — como Steven Spielberg, Guillermo del Toro, Laurence Fishburne, Liam Hemsworth, Don Cheadle e Naomi Watts — se interessaram pelo formato. A plataforma será lançada em abril de 2020.
Este texto foi escrito por Carolina Bernardi via nexperts.

Ad Astra | Astronautas são atacados por piratas lunares em cena do filme

20th Century Fox divulgou uma nova cena de Ad Astra que mostra o astronauta Roy McBride (Brad Pitt) e sua equipe sendo atacados por piratas lunares. 
Veja abaixo:



Escrito e dirigido por James Gray (Z- A Cidade Perdida), o longa acompanha o engenheiro espacial Roy McBride (Pitt) que, 20 anos depois de seu pai (Tommy Lee Jones) ir em uma missão sem volta para Netuno, resolve fazer uma viagem pelo espaço para procurá-lo e entender por que sua missão falhou. Donald Sutherland e Liv Tyler também integram o elenco, e a produção é do brasileiro Rodrigo Teixeira (A BruxaMe Chame pelo Seu Nome).
A estreia de Ad Astra está prevista para 26 de setembro no Brasil.

Fonte: Omelete

Patty Jenkins, de Mulher-Maravilha, assina contrato com a Netflix

Netflix anunciou em seu Twitter que Patty Jenkins, conhecida por comandar o filme solo de Mulher-Maravilha e sua continuação, assinou um contrato de longo prazo para produzir séries com exclusividade para a plataforma – veja o anúncio oficial abaixo:
Award-winning writer, director, and producer @PattyJenks has signed a multi-year overall deal to produce new series exclusively at Netflix.
Ver imagem no Twitter

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Por enquanto, não existem maiores informações sobre quantas e quais serão as produções em que a cineasta estará envolvida e nem por quantos anos ela assinou com a plataforma.
Catapultada ao estrelato por seu trabalho na DC com Mulher-Maravilha, Jenkins comandou episódios de Arrested DevelopmentThe Killing e I Am The Night e também dirigiu o filme Monster, de 2003, que rendeu o Oscar de Melhor Atriz para Charlize Theron.
Fonte: twitter

Black Christmas | Noite de natal é arruinada no trailer do terror da Blumhouse

Blumhouse Productions, produtora de Halloween (2018) e Corra! (2017), divulgou o primeiro trailer de Black Christmasremake do slasher clássico Noite do Terror
Veja abaixo:



Noite de Terror original, de 1974, acompanha um grupo de colegiais que são caçados durante o natal por um assassino misterioso que faz chamadas telefônicas antes de cometer os homicídios. O filme já ganhou um remake em 2006.

A refilmagem de Noite do Terror pela Blumhouse terá direção de Sophia Takal (Green), que também assina o roteiro ao lado de April Wolfe. No elenco já estão confirmados Cary Elwes (Stranger Things), Imogen Poots (Sala Verde), Lily Donoghue (Grey’s Anatomy), Caleb Eberhardt (Happy!) e Aleyse Shannon (Star).
Black Christmas deve ser lançado em 13 de dezembro.

Fonte: Omelete

Mauricio de Sousa anuncia que vai finalizar história de Osamu Tezuka

Imagem de Astro Boy; imagem de Mauricio de Sousa
Mauricio de Sousa anunciou que terminará uma história do famoso mangaká Osamu Tezuka. O anúncio foi durante um evento de São Paulo, que contou com a participação de Makoto Tezuka, filho do autor. 
Ainda sem muitos detalhes revelados, a trama tem como tema a Amazônia e começou a ser escrita por Tezuka, que morreu em 1989, sem finalizá-la. Agora, Makoto pediu a Mauricio para finalizar o projeto, que será uma história da Turma da Mônica Jovem. O lançamento é previsto para o próximo ano.
Essa não é a primeira parceria da Mauricio de Sousa Produções com a obra de Tezuka. Anteriormente, a Turma da Mônica teve um encontro com o Astro Boy, uma das obras mais conhecidas do mangaká.
Osamu Tezuka nasceu em 1928 e é considerado como um dos grandes desenhistas do Japão. Além de Astro Boy, ele também é conhecido por Kimba, o Leão BrancoA Princesa e o Cavaleiro, entre outros.

Fonte:Omelete

Harry Potter : Rumor diz que Warner planeja novo filme com elenco original

Foto de Harry Potter
Um novo rumor do site We Got This Covered afirma que a Warner quer fazer um novo filme de Harry Potter, com a volta do trio original Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint. A ideia, segundo o site, é adaptar a história da peça de teatro Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, que mostra os filhos do trio e de Draco Malfoy indo para Hogwarts.
O site cita como suas fontes as mesmas que falaram sobre o retorno de Ewan McGregor como Obi-Wan, a série de She-Hulk na Marvel e a sequência de Aladdin. Como a história é dividida em duas partes, o projeto deve ser feito em dois filmes.
A história se passa 19 anos após os acontecimentos de Harry Potter e as Relíquias da Morte, mostrando Harry na casa dos 40 anos trabalhando como auror no Ministério da Magia e casado com Gina. Hermione é ministra da magia e casada com Rony, que cuida da loja Gemialidades Wesley. A paz dos bruxos termina quando Alvo Severo, filho mais novo de Harry, vai para Hogwarts, e o “menino que sobreviveu” volta a sentir dores em sua cicatriz na testa.
Esse não é o primeiro rumor sobre uma adaptação aos cinemas da peça de teatro. O mesmo rumor surgiu em 2016 e 2017, época em que foi rapidamente desmentido por J.K. Rowling.

“Dor e Glória”, de Almodóvar, representará a Espanha no Oscar

“Dor e Glória”, o filme autobiográfico de Pedro Almodóvar, foi selecionado pela Academia Espanhola de Cinema para concorrer à estatueta de melhor filme estrangeiro na 92ª cerimônia de premiação do Oscar, que será realizada no dia 9 de fevereiro no Teatro Dolby de Los Angeles, nos Estados Unidos.
O filme de Almodóvar superou na disputa espanhola “Buñuel en el laberinto de las tortugas”, de Salvador Simó, e “Mientras dure la guerra”, de Alejandro Amenábar, os outros dois pré-selecionados.
Entre todos os filmes apresentados para a categoria de melhor filme estrangeiro, a Academia de Hollywood escolherá nove, cujos nomes são habitualmente divulgados em dezembro. Dessa lista sairão os cinco indicados ao prêmio.
“Estamos muito emocionados por representar a Espanha”, declarou a produtora Esther García, como representante do diretor espanhol, que está voando para a América do Norte para apresentar o longa-metragem nos Estados Unidos e no Canadá.
A estreia nos cinemas americanos permitirá que o filme “concorra em outras categorias” do Oscar, explicou García.
Almodóvar já conhece os mecanismos da academia americana: ganhou o prêmio de melhor filme estrangeiro em 1999 com “Tudo Sobre Minha Mãe” e, quatro anos depois, “Fale com Ela” levou o Oscar de melhor roteiro original.
Além disso, o diretor também soma outras cinco indicações em Hollywood desde 1988, quando foi candidato ao Oscar pela primeira vez, por melhor filme estrangeiro com “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”.
Protagonizado por Antonio Banderas, que faturou o prêmio de melhor ator no Festival de Cannes, “Dor e Glória” também conta com outros nomes frequentes nos filmes de Almodóvar, como Penélope Cruz e Julieta Serrano.
“Dor e glória” foi visto por mais de um milhão de espectadores. Além disso, foi pré-selecionado nos Prêmios do Cinema Europeu e concorrerá também no 57º Festival de Cinema de Nova York.
Almodóvar, que completa 70 anos no próximo dia 25, acaba de receber no Festival de Veneza o Leão de Ouro de honra, prêmio que reconhece a trajetória profissional.
Fonte:UOL

"Dor e Glória", de Almodóvar, representará a Espanha no Oscar

“Dor e Glória”, o filme autobiográfico de Pedro Almodóvar, foi selecionado pela Academia Espanhola de Cinema para concorrer à estatueta de melhor filme estrangeiro na 92ª cerimônia de premiação do Oscar, que será realizada no dia 9 de fevereiro no Teatro Dolby de Los Angeles, nos Estados Unidos.
O filme de Almodóvar superou na disputa espanhola “Buñuel en el laberinto de las tortugas”, de Salvador Simó, e “Mientras dure la guerra”, de Alejandro Amenábar, os outros dois pré-selecionados.
Entre todos os filmes apresentados para a categoria de melhor filme estrangeiro, a Academia de Hollywood escolherá nove, cujos nomes são habitualmente divulgados em dezembro. Dessa lista sairão os cinco indicados ao prêmio.
“Estamos muito emocionados por representar a Espanha”, declarou a produtora Esther García, como representante do diretor espanhol, que está voando para a América do Norte para apresentar o longa-metragem nos Estados Unidos e no Canadá.
A estreia nos cinemas americanos permitirá que o filme “concorra em outras categorias” do Oscar, explicou García.
Almodóvar já conhece os mecanismos da academia americana: ganhou o prêmio de melhor filme estrangeiro em 1999 com “Tudo Sobre Minha Mãe” e, quatro anos depois, “Fale com Ela” levou o Oscar de melhor roteiro original.
Além disso, o diretor também soma outras cinco indicações em Hollywood desde 1988, quando foi candidato ao Oscar pela primeira vez, por melhor filme estrangeiro com “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”.
Protagonizado por Antonio Banderas, que faturou o prêmio de melhor ator no Festival de Cannes, “Dor e Glória” também conta com outros nomes frequentes nos filmes de Almodóvar, como Penélope Cruz e Julieta Serrano.
“Dor e glória” foi visto por mais de um milhão de espectadores. Além disso, foi pré-selecionado nos Prêmios do Cinema Europeu e concorrerá também no 57º Festival de Cinema de Nova York.
Almodóvar, que completa 70 anos no próximo dia 25, acaba de receber no Festival de Veneza o Leão de Ouro de honra, prêmio que reconhece a trajetória profissional.
Fonte:UOL

Dakota Fanning como refugiada muçulmana gera polêmica na web; atriz responde

Dakota Fanning foi ao Instagram para se pronunciar após polêmica envolvendo o seu nome - Ernesto S. Ruscio/Getty Images

A atriz Dakota Fanning está no centro de uma polêmica nas redes sociais. Isso porque a escalação da jovem para interpretar uma mulher refugiada muçulmana no filme Sweetness in the Belly gerou reações do público. 

No enredo, originário do romance homônimo de Camilla Gibbs, Dakota vive na pele de Lilly Abdal, uma órfã britânica que passou a infância em Marrocos e na Etiópia antes de fugir para a Inglaterra e viver como uma refugiada em Londres. O lançamento mundial do filme acontece no sábado.

A escolha da atriz – uma norte-americana loira – para o papel de Lilly foi duramente contestada por parte do público. “Tantos atores muçulmanos talentosos por aí e vocês escolhem… Dakota Fanning? Eu imploro o seu perdão”, publicou no Twitter Muhammad Butt, escritor, que tem mais de 11 mil seguidores na rede social.
Já outros defenderam a indicação da atriz para o papel. “Dakota Fanning é uma mulher branca que interpreta uma mulher branca. Isso agora é inaceitável também? Os brancos simplesmente não podem mais participar de filmes?”, disparou o apresentador Matt Walsh, dono de uma conta com mais de 250 mil seguidores no Twitter.

Atriz se pronunciou

Diante de toda a polêmica, a própria atriz resolveu expor a situação em seu Instagram.
“Só para esclarecer. No novo filme do qual faço parte, Sweetness in the Belly, não interpreto uma mulher etíope. Interpreto uma britânica abandonada pelos pais aos sete anos na África e viro muçulmana. Minha personagem, Lilly, viaja para a Etiópia e é pega no início da guerra civil. Posteriormente, ela é enviada para casa na Inglaterra, um lugar de onde ela é, mas nunca conheceu”.
Dakota também revelou entusiasmo por fazer parte da ficção. “Baseado em um livro de Camilla Gibb, este filme foi parcialmente produzido na Etiópia, é dirigido por um homem etíope (Zeresenay Berhane Mehari) e apresenta muitas mulheres etíopes. Foi um grande privilégio fazer parte desta história”.
“O filme é sobre o que significa lar para as pessoas que se veem deslocadas e para as famílias e comunidades que eles escolhem e que os escolhem”, completou a jovem.
Fonte:UOL
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